Na procura íngreme da libido
Por outrora aventurar-se a devaneios vãs
Ora prenunciar às castidades
No ímpeto desmazelo.
Sereis um rei de Moldávia
Cujo brando não ratifica a oração
De vista- polissíndeto
De vasta polissemia.
Aquele vassalo, poliglota de chinês
Retomas a metonímia, e casto.
Direi Hebreu para Jebuseus
1000 a.C, toma-te o Rei Davi.
Montanha das Oliveiras; és um bardo.
Velho testamento, clama a piedade;
E- índole sacrossanta, a devassidão.
Deste provérbio, recrutais, óh Alcorão!
Milena S.
Aqui são postadas algumas das poesias que escrevo, as quais possuem um significado marcante para mim, assim como toda arte de escrever.
terça-feira, 9 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Mortífera Elegia!
Sê se pudera o Espírito de Pessah-
Transbordar neste míope religioso,
À sinalar as alquimias benévolas
- E outrora retomar o bardo recôndito!
- É de vides, Homero, que te retardas a "Literature",
E, toda a entidade a que reges;
Talvez perdida, ora recôncavo-
Just Renegar. Just tardar à idiossincrasia de uma epígrafe.
No Egito, os predecessores refinam a espécie
Do primogênito que badalou a serva.
-Basta! Somente "La Pessach",
Eis a última blasfêmia de "Libertas Quae Sera Tamen!"
Não vos refrijas meras eminências, Mon Senhor,
Pois, na retaguarda de vosso severo castigo
Ele saberá a causa providencial
-Dayenu, aqui! Literatura, acolá!
Milena S.
Transbordar neste míope religioso,
À sinalar as alquimias benévolas
- E outrora retomar o bardo recôndito!
- É de vides, Homero, que te retardas a "Literature",
E, toda a entidade a que reges;
Talvez perdida, ora recôncavo-
Just Renegar. Just tardar à idiossincrasia de uma epígrafe.
No Egito, os predecessores refinam a espécie
Do primogênito que badalou a serva.
-Basta! Somente "La Pessach",
Eis a última blasfêmia de "Libertas Quae Sera Tamen!"
Não vos refrijas meras eminências, Mon Senhor,
Pois, na retaguarda de vosso severo castigo
Ele saberá a causa providencial
-Dayenu, aqui! Literatura, acolá!
Milena S.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Espartilho
Elegia. Apelos. Loucura conjugal.
Logra-te. Clama-te, sujeito qualquer.
Aquém- desprovido do eu-lírico
Passo a ignóbil vida do martírio!
Não perca-se à vista deslumbrada,
Sê, se punge espartilho colossal
-Ides! Por ventura- na rédea lírica
Da fatídica alusão do subjetivo perfeito.
Eros: Viste, fulgor do míope pretérito
E a renascença de sofreguidão- áurea doirada
Cujos arguis, duas cabeças.
No aprume doentio: "rare!"
Versos sujos, de alma limpa
Do tombadilho-a escravidão.
Milena S.
Logra-te. Clama-te, sujeito qualquer.
Aquém- desprovido do eu-lírico
Passo a ignóbil vida do martírio!
Não perca-se à vista deslumbrada,
Sê, se punge espartilho colossal
-Ides! Por ventura- na rédea lírica
Da fatídica alusão do subjetivo perfeito.
Eros: Viste, fulgor do míope pretérito
E a renascença de sofreguidão- áurea doirada
Cujos arguis, duas cabeças.
No aprume doentio: "rare!"
Versos sujos, de alma limpa
Do tombadilho-a escravidão.
Milena S.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Hektisch (Frenético)
Traduza o literato!
Ubersetzen! (Traduza!)
A sabedoria de um louco
A eloquência do deleito
- In- Freiheit- (Em- Liberdade)
Você morreu, amanhã
Eu detenho-
A alma do judeu permanece- 1945-
Ehre sei dem judischen! (Glória ao judeu!)
Amen!
Milena S.
Ubersetzen! (Traduza!)
A sabedoria de um louco
A eloquência do deleito
- In- Freiheit- (Em- Liberdade)
Você morreu, amanhã
Eu detenho-
A alma do judeu permanece- 1945-
Ehre sei dem judischen! (Glória ao judeu!)
Amen!
Milena S.
domingo, 11 de novembro de 2012
Petach Tikvá (A Porta da Esperança)
Vinde, Quinhentismo moderno!
- País cuja providência é tomada por autarquia regular-
Sê insolúveis, nada contribuíra para tão almejada Oligarquia "In Peace".
Sufrágio capitalismo universal!
Bendito Marxismo!
Apropria-te, pois: "Lihiyot an chofshi". (De ser uma nação livre)
E glorifica-te do Comunismo!
Senhores os deuses corruptos a extorquir tamanha vilidade humana.
E, por ventura, retira-te o cadáver- Eis do homem!
Que corroa a democracia
E desmistifique o nacionalismo astringente.
Hatikvah! (Esperança!)
Enquanto o deus Stalin persistir- o Estado, não existe.
Retifica-te:
O mundo não exonera-se de uma bestialidade cordial a voz passiva-
lograda a tinta atabique.
Lehitra’ot! (Adeus!)
Milena S.
- País cuja providência é tomada por autarquia regular-
Sê insolúveis, nada contribuíra para tão almejada Oligarquia "In Peace".
Sufrágio capitalismo universal!
Bendito Marxismo!
Apropria-te, pois: "Lihiyot an chofshi". (De ser uma nação livre)
E glorifica-te do Comunismo!
Senhores os deuses corruptos a extorquir tamanha vilidade humana.
E, por ventura, retira-te o cadáver- Eis do homem!
Que corroa a democracia
E desmistifique o nacionalismo astringente.
Hatikvah! (Esperança!)
Enquanto o deus Stalin persistir- o Estado, não existe.
Retifica-te:
O mundo não exonera-se de uma bestialidade cordial a voz passiva-
lograda a tinta atabique.
Lehitra’ot! (Adeus!)
Milena S.
domingo, 17 de junho de 2012
Inconfidente.
Pela rege heresia preambular, avisto teu sepulcro cadáver!
Homem- Ser do corpo esquartejado. Pura ignóbil desgraça.
Seus pés, anarquizados. Seu semblante, desfigurado.
Vestes brancas a clamor da paz!
Dito Recôndito!
Revolta de 1789- Equívoco atroz a tamanha cobardia conjurada.
Traços geométricos a formar,
repudia inutilmente sádica
À memorar- formato brasileiro-
Resta a premência outorgar- cores, gritos, desgraças
À parecer inda mais memorável País,
cujo consolo não se faz aos homens truístas.
Destes, nada se diz respeito; só repito rejeito:
Joaquim Silvério, sadismo bucólico.
O Brasil deveria ser vermelho.
Milena S.
Homem- Ser do corpo esquartejado. Pura ignóbil desgraça.
Seus pés, anarquizados. Seu semblante, desfigurado.
Vestes brancas a clamor da paz!
Dito Recôndito!
Revolta de 1789- Equívoco atroz a tamanha cobardia conjurada.
Traços geométricos a formar,
repudia inutilmente sádica
À memorar- formato brasileiro-
Resta a premência outorgar- cores, gritos, desgraças
À parecer inda mais memorável País,
cujo consolo não se faz aos homens truístas.
Destes, nada se diz respeito; só repito rejeito:
Joaquim Silvério, sadismo bucólico.
O Brasil deveria ser vermelho.
Milena S.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Poema sem nome
Vejo e reconstruo em ti cuja alma sem nome. Simples medito.
-Óh! célebre e fulcro cadáver-
Tua imagem és tudo o que resta do amargo recôndito
Este amago miserável.
Não digas prolífera demasias
Eis a odisseia da tua sinestesia notória
Vês- altivo e monótono imarcescível
Do dilúvio e recruto prodígio
Direi o último equilátero- Sê-los paradoxo
Às alquimias da vil áurea pagã
Doiradas ao vento into-requinto
A dilacerar a merda humana
Surge-eis a última monotonia benévola-que
Dela por-dês exulo-afrodisíacos na terra
A constipar a ignóbil desgraça humana.
Por que existes?
Milena S.
-Óh! célebre e fulcro cadáver-
Tua imagem és tudo o que resta do amargo recôndito
Este amago miserável.
Não digas prolífera demasias
Eis a odisseia da tua sinestesia notória
Vês- altivo e monótono imarcescível
Do dilúvio e recruto prodígio
Direi o último equilátero- Sê-los paradoxo
Às alquimias da vil áurea pagã
Doiradas ao vento into-requinto
A dilacerar a merda humana
Surge-eis a última monotonia benévola-que
Dela por-dês exulo-afrodisíacos na terra
A constipar a ignóbil desgraça humana.
Por que existes?
Milena S.
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